Nunca concordei com o apelido de "Imperador" dado ao centroavante Adriano pela imprensa italiana - tão marketeira quato a do Brasil. Para mim, ele nunca passou de um jogador esforçado, com um chute forte. E só. Sempre esteva anos-luz de chegar a ser craque. E, ao que tudo indica, jamais conseguirá.Com suas atitudes recentes no São Paulo - rebeldia contra membros da comissão técnica, infração às normas disciplinares do clube e tentativa de agressão a um fotógrafo -, somadas à sua baixíssima produção em campo (4 gols até agora), Adriano comprova que, muito mais do que Imperador, sua figura se aproxima de um bobo da corte.
Pior será para os são-paulinos, que usaram sua estrutura para atrair o jogador e tentar projetar sua imagem no exterior - e, também, há informações de que já estaria encaminhada uma negociação de Hernanes com a Inter de Milão, dona de Adriano - e podem perceber, em breve, que a passagem de Adriano pelo Morumbi não foi mais do que tempo perdido.









A camisa do 

Dias depois de dirigentes da Premier League anunciarem a possibilidade de a instituição fazer "rodadas itinerantes", em vários países (na prática, levar as equipes para disputar jogos do Campeonato Inglês em outras partes do mundo), a partir de 2010/2011, os cartolas da Federação Inglesa e da Fifa já se manifestaram contrários à decisão.
E começa hoje, 13 de fevereiro, a Copa do Brasil. Esta, sim, é a verdadeira vitrine do futebol brasileiro. Oportunidade para cidades pouco conhecidas dos grandes centros divulgarem seus produtos e serviços, qualidades e peculiaridades... chance para jogadores menos conhecidos levarem seus times às fases decisivas e chamarem a atenção de clubes mais ricos... e a chance para que os meios de comunicação mostrem curiosidades que muitas vezes ficam encobertas, em razão da cobertura massificada do futebol no Brasil.












